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Oito mitos sobre veículos elétricos

Oito mitos sobre veículos elétricos

Sempre houve mitos associados aos automóveis, mas nunca tantos como em relação aos veículos elétricos. Eis alguns deles.

1. Baixa autonomia

Já foi verdade, sim. Agora não. Há cerca de 10 anos era normal que a autonomia de um veículo elétrico pouco passasse dos 100 quilómetros. Agora a maioria (mesmo os mais acessíveis) já chega facilmente aos 200. Os modelos de segmento superior conseguem ter autonomia para 400, 500 ou até 600 quilómetros. Mais do que suficiente para fazer Lisboa-Porto sem parar.

2. Andam menos

Haverá mesmo alguém que ainda pense que os veículos elétricos são lentos? São tão ou mais rápidos do que a maioria dos veículos com motores a gasolina e diesel. Há mesmo modelos que chegam dos 0 aos 100 km/h em pouco mais de dois segundos. Quantos automóveis com motor a combustão são capazes de tal proeza? Todos os modelos (mais ou menos caros, mais ou menos potentes) têm um excelente arranque — fruto de um elevado binário. E também são capazes de excelentes prestações a médias e altas velocidades. 

3. Demasiado caros

Uma coisa é os veículos elétricos ainda terem, regra geral, um valor um pouco mais elevado do que os automóveis com motores a combustão. Outra é serem caros ou inacessíveis. A procura fez com que os preços baixassem significativamente nos últimos anos, estando disponíveis por valores que rondam os 20 mil euros. A partir daí há para todos os gostos e carteiras. Não esquecer que são vários os países que oferecem ainda incentivos fiscais para aquisição de carros elétricos, onde se inclui Portugal.

4. A manutenção é mais cara

Não. É mais barata. O preço inicial pode até ser mais elevado, mas os custos de manutenção são manifestamente inferiores. Mudanças de óleo? Não há. O tubo de escape, as válvulas ou as correias de transmissão são algumas das peças que não precisam de ser substituídas com tanta frequência. Os travões também sofrem menos desgaste, porque a maioria recorre ao motor para travar. Segundo estimativas da Consumer Reports (organização não governamental norte-americana de proteção dos consumidores) os custos de manutenção ficam em cerca de metade daquilo que custa manter um carro “normal”. As revisões são apenas necessárias a cada 50 mil quilómetros e não a cada 15 mil.

5. Poucos postos de carregamento

A rede de carregamento é perfeita? Não. O número de postos estará ainda longe do ideal, mas tem evoluído muito nos últimos anos. A rede pública (MOBI.E) está presente em mais de 50 municípios e conta com mais de 1.250 pontos de carregamento. A juntar a estes há cada vez mais redes de carregamento privadas, seja de marcas (cadeias de hipermercados, por exemplo, que têm postos reservados aos seus clientes), seja de construtores automóveis, como a Tesla, que tem uma rede de carregadores próprios. E, claro, há sempre a possibilidade de ter uma Wallbox em casa.

6. A oferta de modelos é curta

Mentira. Já foi, agora não é. Entre veículos elétricos e híbridos há dezenas de modelos à escolha. Todas as marcas apostaram forte nesta vertente nos últimos anos e os que aí vêm prometem uma aposta ainda maior — 40% dos modelos a lançar em 2021 são elétricos!

7. Não são tão seguros

Sobre os veículos elétricos já se ouviu de tudo: que as baterias podem congelar, explodir, que não se deve andar com eles em dias de chuva ou de trovoada, que são menos seguros e propensos a acidentes. Não, não e não. Os padrões de segurança exigidos são os mesmos que um carro a combustão e passam pelos mesmos testes.  

8. Quando avariam não há nada a fazer

A assistência em viagem funciona de forma semelhante aos veículos “convencionais”. A maioria das seguradoras e prestadores de serviços está preparada para assistir viaturas elétricas. Se bem que, antes de optar por determinado seguro, não custa nada confirmar.

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