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2 euros aos 100 km!

2 euros aos 100 km!

O consumo de um veículo elétrico pode ser até seis vezes inferior em comparação com um automóvel com motor a combustão.

Menores custos de manutenção, incentivos fiscais, menos gases poluentes… estas são algumas das diferenças (e vantagens) entre um veículo elétrico e um automóvel com motor a combustão, ainda que, em algumas delas, só se sinta a diferença a médio/longo prazo. O impacto mais imediato, sobretudo na carteira, está ao nível do consumo. A Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos (UVE) fez um estudo comparativo e chegou à conclusão de que um elétrico pode ter um consumo até seis vezes inferior (que é como quem diz, gasta seis vezes menos) do que um carro a gasolina. Exagero? Parece mentira, de facto.

Para melhor ilustrar esta realidade recorreram a um exemplo concreto, uma viagem de 100 km entre as cidades do Porto e Vila Real. Se num veículo elétrico esta distância pode ficar por uns económicos 2 euros (com um carregamento feito em casa o custo médio é de 2 euros, cerca de 12 cêntimos por kWh), a mesma distância percorrida com um motor a gasolina ronda os 12 euros – tendo em conta um consumo médio de 7 litros aos 100 km. A diferença é igualmente assinalável mesmo quando comparado com um automóvel a gasóleo que tenha um consumo médio de 6 litros aos 100 km. Neste caso, o preço da viagem pode chegar perto dos 9 euros. Se alargarmos estes cálculos a 200, 300, 400, 500 km é fácil de concluir – mesmo para quem não é bom a fazer contas ou não conta necessariamente todos os tostões – que a poupança é assinalável.

Carregar nos postos rápidos é mais caro

Uma poupança que, naturalmente, diminui caso os carregamentos sejam feitos em postos de carregamento na rede pública. Tomando ainda como exemplo a deslocação entre o Porto e Vila Real, o custo desses mesmos 100 km pode ir até 6 euros (40 cêntimos por kWh), quando se recorre a um posto de carregamento rápido. A conclusão é óbvia: se não restam grandes dúvidas de que a opção por um veículo elétrico tem um impacto direto e imediato na carteira dos proprietários, fica também claro que o planeamento das viagens é fundamental. Carregar o automóvel na “rua” é mais caro do que carregar em casa, sobretudo durante a noite, em que a tarifa pode ser consideravelmente mais baixa. E mais caro fica, quanto maior for a potência desses carregadores – normais, rápidos e ultrarrápidos.

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